Marvin Rosenthal, escrevendo em "Israel, Minha Glória,"
conta sobre uma mãe que, atendendo a um recenseador, ouviu a
seguinte pergunta: "Quantos filhos a senhora tem?"
Ela respondeu: "Bem, tenho Billy, Harry, Martha e..." "Não
importa os nomes," o homem interrompeu, "Só quero saber o
número!"
A mãe mostrando indignação, respondeu:
"Eles não são números, eles todos
têm nomes."
É assim também o nosso relacionamento com Deus.
Ele nos conhece pelo nome. Não há um
só de seus filhos que seja desconhecido para Ele.
Está sempre ao nosso lado, pronto a estender a
mão e nos abraçar.
Conhece nossas virtudes e nossas fraquezas. Incentiva-nos na busca dos
objetivos e consola-nos cada vez que fracassamos em nossas tentativas.
Não somos e jamais seremos um número para Ele.
Como o Bom Pastor, reconhece-nos pela voz, pelo andar, pelo respirar,
pelo olhar dirigido aos Céus.
Ele nos ama e nos tem em alta consideração.
Mesmo quando enfrentamos situações adversas,
podemos estar certos que está ali, bem perto, olhando para
nós.
Quando choramos, chora conosco, quando sorrimos, alegra-se com a nossa
felicidade.
Se nos sentimos sós e rejeitados, lembremo-nos que Deus
está logo adiante, chamando-nos pelo nome e prometendo
ajudar-nos a superar o momento de crise.
Se os nossos planos estão indo por água abaixo e
pensamos desistir, Ele nos afaga a cabeça e mais uma vez,
chamando-nos pelo nome, nos incentiva a prosseguir porque a
vitória não tardará.
Não podemos pensar que Deus não se importa
conosco ou que nos abandonou. Ele não apenas nos conhece
pelo nome como até a quantidade de fios de cabelo que temos
na cabeça lhe são conhecidos. "E até
mesmo os cabelos da vossa cabeça estão todos
contados"
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